Pular para o conteúdo principal

POESIA: Química


Química
Autoral

 Seus olhos de um castanho profundo
Olhando para os meus azuis á meia-noite
A sensação de deleite
No quarto o abajur em seu gabinete
Iluminava nossas almas
Tal qual um disco voador
Jamais esquecerei do nosso amor
Onde nem o mais fascinante químico
Poderia explicar a química e o fascínio
Que é te amar.
É tão profundo quanto seus olhos castanhos
E mais profundo que meus olhos azuis da cor do mar.


                                              
 Perguntas

1-) A autora utiliza várias metáforas para construir a obra, você consegue identificar quais são elas?

2-) A autora começa falando sobre os olhos de cada um dos amantes e termina falando sobre eles também. Em sua opinião, qual foi a intenção dela?

3-) Escreva um poema utilizando metáforas e análise as semelhanças e diferenças com o poema "Química".

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ROMANCE: exercícios

QUESTÃO 1 (UFRR)  A obra romanesca de José de Alencar introduziu na literatura brasileira quatro tipos de romances: indianista, histórico, urbano e regional. Desses quatro tipos, os que tiveram sua vida prolongada, de forma mais clara e intensa, até o Modernismo, ainda que modificados, foram: a) Indianista e histórico; b) Histórico e urbano; c) Urbano e regional; d) Regional e indianista; e) Indianista e urbano; QUESTÃO 2 São características do romance: I)              Possuir quatro elementos chave: Narrador, Tempo, Enredo e Personagens. II)             O romance é um gênero que pertence ao texto narrativo. III)           É um gênero jornalístico com intuito de trazer informação para todos os leitores IV)           Só há um tipo de narrador e ele...

Crônica: Exercícios

EXERCÍCIOS Questão 1 Leia o texto a seguir para responder à questão: De homem para homem - Ateu, não: agnóstico - Pois eu te dou quinhentas pratas se você me disser o que quer dizer essa palavra. - Ora, para começar você não tem quinhentas pratas. Estou conversando a sério e você me vem com molecagem. Acho que Deus é uma coisa, os padres outra. O ranço das sacristias me enoja. Tenho horror ao bafo clerical dos confessionários! O bem que a confissão pode nos fazer é o de uma catarse, um extravasamento, que a psicanálise também faz, e com mais sucesso. Estou mesmo com vontade de me especializar em psiquiatria. - Só mesmo um doido te procuraria. Mauro não pôde deixar de rir. Eduardo acrescentou: - Você vai ter de se curar para depois curar os outros. - É isso mesmo - concordou o outro, sério. - Estou exatamente preocupado com o meu próprio caso. Já iniciei o que eu chamo de "a minha libertação". - E o que eu chamo de "a sua imbecilização". ...

Bernardo Soares - Heterônimo

Fernando Pessoa, criou inúmeras obras e assinou com cerca 70 nomes diferentes, mas apenas três são considerados heterônimos isso porque o poeta teria criado apenas a biografia de Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos. Fernando Pessoa criou um particularmente diferente, o Bernardo de Campos, que é considerado um semi-heterônimo que foi desenvolvido à medida que Pessoa criava Livro do Desassossego que é considerado uma das obras fundadoras da ficção portuguesa no século XX. Sua personalidade e características são descritas exclusivamente nessa obra, que se é semelhantes às de Fernando Pessoa, sendo muitas vezes confundido com o próprio escritor. "não sendo a personalidade a minha, é, não diferente da minha, mas uma simples mutilação dela. Sou eu menos o raciocínio e afetividade." http://multipessoa.net/labirinto/bernardo-soares/19 De acordo com o prefácio do Livro do Desassossego, Bernardo Soares era um homem que “aparentava trinta anos, magro, mais al...